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CERAPIO 2012
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De: Reginaldo Regiciclo

A maior aventura da minha vida foi Cerapião que sai de Parnaíba às 03:00 hs da debaixo de chuva, em uma moto para fazer o mapeamento da trilha de bikes. Choveu o dia inteiro e entrou pela noite. E qua...

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A maior aventura da minha vida foi Cerapião que sai de Parnaíba às 03:00 hs da debaixo de chuva, em uma moto para fazer o mapeamento da trilha de bikes. Choveu o dia inteiro e entrou pela noite. E quando cheguei em Caxias MA às 20:00,e ao chegar no hotel meu amigo de viagem passou mal e teve de ir ao hospital, resfriado de tanto chuva que tomou. Foi um sofrimento, mas serve de recordação como um momento de grande adrenalina. Bem, essa foi a minha história! Obrigado!

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De: ANDERSON SOUSA

O DIA QUE SURGIU O PYQ, JA ERA POR VOLTA DAS 01:30 DA MADRUGADA, EU E O CORDÃO ESTAVAMOS CONCLUINDO O MAPA DE APOIO, CANSADOS MAS PERTO DO FIM, QUANDO SURGI O YOSHI "CORDÃO ONDE COLOCO ESTE NOBREAK" M...

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O DIA QUE SURGIU O PYQ, JA ERA POR VOLTA DAS 01:30 DA MADRUGADA, EU E O CORDÃO ESTAVAMOS CONCLUINDO O MAPA DE APOIO, CANSADOS MAS PERTO DO FIM, QUANDO SURGI O YOSHI "CORDÃO ONDE COLOCO ESTE NOBREAK" MUITO PACIENTE O CORDÃO DIZ "LIGUE NO LOCAL DELE", NESSA AI AMIGOS PENSEI EM SALVAR AS ALTERAÇÕES MAS CAI NO 5 SEG. DE LERDEZA... TARDE DEMAIS TODO O SERVIÇO DE CONCLUSÃO PERDIDO, POIS O YOSHI DELISGO O MICRO AO TENTAR LIGAR O NOBREAK. SO RESTO PARA NOS CANSADOS RIR, KKKKKKKKK AI ENTÃO EU DISSE PARA O CORDÃO "PYQ PADRÃO YOSHI DE QUALIDADE".

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De: Litercílio

No cerapió de 2000, ao nos aproximar de Itapipoca,ao longo da decida da serra(que não me recordo o nome), me deparei com vários de jumentos que estavam carregando água e não dava para eu passar no me...

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No cerapió de 2000, ao nos aproximar de Itapipoca,ao longo da decida da serra(que não me recordo o nome), me deparei com vários de jumentos que estavam carregando água e não dava para eu passar no meio deles, e fiquei parado esperando eles passarem. Quando de repente, um deles confundiu minha moto com uma jumenta e começou a morder e a coicear a moto,tive que sair depressa e peguei um pau para espantar o danado de cima de minha moto...

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De: Claudete Dias

PIOCERÁ / CERAPIÓ JÁ ENTROU PARA A HISTÓRIA Em dezembro de 1987, era realizado pela primeria vez o enduro CERAPIÓ ligando os estados do Ceará e Piauí em uma das maiores provas enduristicas do...

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PIOCERÁ / CERAPIÓ JÁ ENTROU PARA A HISTÓRIA Em dezembro de 1987, era realizado pela primeria vez o enduro CERAPIÓ ligando os estados do Ceará e Piauí em uma das maiores provas enduristicas do Brasil, com a participação de 74 pilotos inscritos em uma única categoria de dupla e individual. O que parecia um sonho tornava-se realidade nacional graças à iniciativa e ao empenho de dois esportistas aficionados pelo motociclismo, o piauiense Ehrlich Cordão e o cearense Galdino Gabriel, dois trilheiros apaixonados. Foram três dias de muita poeira e suor por caminhos tortuosos descendo e subindo serras, passando por estradas de areão, pedras, caatingas, povoados, feiras, encontros com boiadas e carroças, casebres e crianças, nuas e doentes: a miséria humana contrastando com a beleza natural bem marcada na planilha de 60 páginas, sem erros. Os trechos mais marcantes são lembrados até hoje: a “ curva do sufoco” ou o “ pesadelo do Cordão” na descida da serra da Meruoca além da descidona batizada de “XT 600” em referencia ao tipo de moto usada na época, ao lado da famosas DT 180 e as ZLX 250 que faziam as trilhas e eram a maioria entre os pilotos inscritos. Os primeiros vencedores dessa aventura foi a dupla Ivan e Célio, de Recife, pilotando motos Agrale. O sucesso absoluto do primeiro CERAPIÓ tanto em organização e participação de pilotos de vários estados brasileiros garantiu a realização em janeiro de 89 do primeiro PIOCERÁ, desta vez fazendo o percurso de volta durante três dias, largando em Teresina e terminando em Fortaleza. Daí para o segundo CERAPIO/90 foi só cuja questão de tempo; definitivamente a prova entrara para o calendário dos principais enduristas brasileiros e para a História do motociclismo nacional.. Nesses 15 anos o evento tem crescido em todos os sentidos e ampliado da mesma forma sua difusão e repercussão, com cobertura jornalística dos grandes órgãos da imprensa brasileira, revistas, jornais, televisões e rádios além é claro da participação dos maiores e mais importantes trilheiros do país, do Rio Grande do Sul ao Amazonas, deslumbrados não apenas pela organização impecável como pelo percurso privilegiado por deferentes paisagens e dificuldades naturais do percurso. O Piauí e o Ceará conhecidos no sul maravilha muito mais pelas constantes secas e a figura estereotipada do sertanejo e os coronéis da política, surpreende por suas belezas naturais em muitos lugares ainda intocados pelo progresso predador, praias e matas virgens, serras, chapadas, trilhas por onde ainda só passam animais de carga e a dita civilização chega raramente apenas por aventureiros ou viajantes mais esclarecidos cansados da loucura urbana e em busca da aventura. Os quinze anos de realização anual desta prova motociclistica, que se constitui os dois enduros CERAPIÓ e PIOCERÁ , acompanharam a dinâmica dos anos e foi se aprimorando cada vez mais em termos de organização e de participação dos pilotos, em uma média de 100 por prova. Nos primeiros anos os fiscais de trilha – os famosos Pcs – tinham que ser ágeis para anotar na prancheta o tempo exato da passagem dos pilotos e a apuração era manual levando horas a fio, atrasando os resultados. Nos últimos anos tanto uma como outra tem sido feita eletronicamente com maquinhinhas avançadas e programas de computador aprimorados pelo Galdino Gabriel proprietário da PRISMA fazendo a apuração desde o primeiro enduro. Desde o CERAPIÓ/87 entrou para a história do motociclismo nordestino e brasileiro, sendo uma referencia nacional para provas de enduro de regularidade como o enduro da independência em Minas Gerais. Por suas características esportivas e turísticas o enduro passou a ser trail turismo durante várias temporadas até incorporar a modalidade “ rally” , quase que uma contingência natural da prova considerando-se a grande quantidade de carros tracionados e próprios para trilhas que sempre acompanharam o enduro, como equipe de apoios técnicos, familiares ou mesmo os que acompanham para curtir e fazer turismo.

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De: Vicente de S. Pacheco

Essa história ocorreu no Piocerá desse ano (2001) com a equipe Mototeste. Nossa equipe era composta de 04 pilotos de motos e dois carros de apoio com três pessoas e um mecânico. Depois de meses de pl...

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Essa história ocorreu no Piocerá desse ano (2001) com a equipe Mototeste. Nossa equipe era composta de 04 pilotos de motos e dois carros de apoio com três pessoas e um mecânico. Depois de meses de planejamento e variadas discurssões entre os participantes da equipe, chegou o grande dia da largada promocional. Era visível o nervosismo entre os pilotos: Rogério, Celso, Humberto e Eu. Todos com a adrenalina a 1000. O mais calmo de todos era o Celso que já vinha participando há algum tempo de enduros e também já havia participado do Piocera/Cerapio outras vezes. Tudo era novidade para mim, e realmente não conseguia esconder a minha ansiedade, muitas vezes perguntei a mim mesmo o que eu estava fazendo ali, porque eu tinha aprendido a andar de moto a somente 08 meses. Quando subi para o grid de largada meus olhos nem piscavam...deixei até a moto morrer na descida...que vexame que nada a surpresa pra nossa equipe estava por vir...hehehe. Logo após a Largada Promocional estávamos com toda a equipe reunida no Lanchinho estabelecendo as estratégias para o dia seguinte quando o Celso disse que era preciso consertar o pneu da sua moto que se encontrava furado. Nos dirigimos então para a Borracharia do Posto King...aquela que fica na frente do Imperial...para terminar nossa reunião. Quando o borracheiro retirou a câmara da moto do Celso, a primeira surpresa...era preciso comprar uma nova...foi designado um carro e mais duas pessoas para encontrar uma câmara...enquanto o restante continuava com a reunião. Só que mais uma surpresa esperava por nós...começou a chover torrencialmente e a reunião teve que ser cancelado e todos ficaram esprimidos dentro da borracharia...esperando a chuva passar...só que ela não passou e a frente da borracharia já estava ficando inundada...então juntamente com humberto retiramos a moto dele e a minha e colocamos no Posto do Robert (King)ficando somente a moto do Rogério e do Celso em cima da calçada da Borracharia que era uma região não afetada pelas águas. Já era mais ou menos 01:00 hora da madrugada quando decidimos que os pilotos teriam que descansar porque a saída do Enduro era às 06:00Hs. Os pilotos e parte da equipe foi para a casa do Celso descansar mas fomos surpeendidos com uma ligação às 03:00 hs informando que a água estava levando as motos...o resto do apoio correu para o local e ficaram apavorados quando encontraram o borracheiro agarrado em uma das motos sendo arrastado pela água, ele já estava próximo de desistir quando a equipe de reforço(hehe...apoio) chegou para retirar a moto e o borracheiro daquela ruazinha ao lado da Cacique Pneus...quase que a moto desceu o rio Poty. Depois das motos salvas...mais uma grande dificuldade...colocá-las pra funcionar. O mecânico só conseguiu lá pelas 05:00 hs...em cima da Largada. Acho que foi a chuva mais torrencial de todo aquele inverno. Ainda tem um detalhe que esqueci de contar...o carro do Pezão que estava estacionado na garagem do Celso, ficou completamente inundado pela chuva, assim como o material da viagem que ainda estava no chão da garagem... Chegou a hora da largada e todos conseguiram largar...cansados...mas largaram. Todos os pilotos sabem o quanto é necessário a concentração e a capacidade física para realizar um grande enduro...vcs já sabem o que aconteceu?? Pois é, as trilhas estavam difíceis por causa das chuvas e quando chegamos na metade, todos os pilotos da equipe já tinha desistido...ninguém aguentou... Uma coisa é certa amigos, aprendemos muito e sabemos que não podemos contar com a sorte...os erros ensinam a acertar...espero que no cerapió/2002 a gente acerte...e tenha um pouco de sorte tambem né... Um abraço a todos. Vicente Pacheco

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De: Eduardo Arruda Figueirêdo ( Dau )

"Na alegria da vitória ou na tristeza da derrota, só uma coisa importa, o ano que vem nóis volta. Estou de volta no...

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"Na alegria da vitória ou na tristeza da derrota, só uma coisa importa, o ano que vem nóis volta. Estou de volta no CERAPIO 2002 ! Competi pela primeira vez em 2001, no PIOCERA, ou melhor, tentei participar. - Ué, por que tentou participar ? Vamos como deve ser começar do início, meu nome é Eduardo, mas meus amigos me conhecem por Dau, então nós, eu e mais quatro amigos (Flávio Gaúcho, Josemilton Tico, Silvano Galego e o Carlos Rato) decidimos formar uma equipe, que se chamou Equipe MANDACARU, e participar do PIOCERA, isso no mes de Setembro/2000. Tudo bem, começamos um regime, academia, contratamos mecânico, trilhas incessantes, todo fim de semana e quando não, queimávamos meio expediente e íamos fazer trilha, tudo em nome de fazer uma boa campanha representando a nossa heróica capital do trabalho, Campina Grande-PB. Cheguei até a comprar uma moto nova, para que a minha KDX250, ano 93 não me deixasse no prego. Tudo bem, chegou o dia da viagem, saímos em comboio para Teresina, quase 1.000 Kms de distância, eram três carros, sendo duas camionetas e um carro, quatro pilotos e quatro mecânicos. Chegamos em Teresina, recebemos os kits, uma festa de primeiro mundo, só vista até então no cinema e na televisão, tudo muito bem organizado, pessoas de todo o Brasil, rádio, jornal, televisão, e eu lá, fazendo parte do roteiro. Estamos no grande dia ! Hora da largada ! Tento ligar meu computador e... nada,... verifica bateria, cabo de velocimetro, retira todos os cabos,... nada,... Puxa que chato, tem nada não, larga assim mesmo, vai "carrapateando" até o próximo local de apoio que lá a gente conserta foi o que o mecânico falou, pois bem, saí feito louco, carrapateando e ganhando tempo para chegar no próximo ponto de apoio e tentar consertar. Qual nada, com meia hora de prova, fui ao solo, quebrei o braço, e sem condições de continuar, fui resgatado brilhantemente pelo resgate da PRF, parecia aquela série americana Emergência 911, me sentí o próprio. Quero deixar registrado aqui o meu MUITO OBRIGADO, pois sem eles eu não sei o que seria de mim. E estender o meu agradecimento aos médicos que lá me atenderam, os quais infelizmente não sei nomear, mas, de coração, tenham meu agradecimento. Esse ano vai ser diferente, estarei lá, mais calmo e consciente, mas com a garra maior ainda. Me aguardem... "Na alegria da vitória ou na tristeza da derrota, só uma coisa importa, o ano que vem nóis volta." Dau

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De: sammy

Eu tenho 13 anos. O Piocerá 2001, foi a coisa mais legal, que eu já tive em minha vida, fui com meu pai. Foi a minha primeira vez em uma prova de enduro, a gente estava na categoria novatos.Aí nós nos...

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Eu tenho 13 anos. O Piocerá 2001, foi a coisa mais legal, que eu já tive em minha vida, fui com meu pai. Foi a minha primeira vez em uma prova de enduro, a gente estava na categoria novatos.Aí nós nos, perdemos, e fomos parar na categoria master então vimos coisa feia. Na subida da Serra do Jordão meu pai faltou braço e eu tambem nem conseguia subir na moto que era uma XR 200. Resolvemos voltar, e entrar na categoria novatos novamente, daí em diante foi tudo bem até Fortaleza. Espero vocês em 2002 até a próxima. Fui!!!

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De: Luiz Kuhlmann

A pouco mais de dois anos eu estava trabalhando aí no Piauí na Houston Bike, e graças a uma dessas coisas que o destino arma para nós, um casal apareceu por lá oferecendo à empresa a oportunidade de p...

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A pouco mais de dois anos eu estava trabalhando aí no Piauí na Houston Bike, e graças a uma dessas coisas que o destino arma para nós, um casal apareceu por lá oferecendo à empresa a oportunidade de patrocinar um dos maiores enduros realizados no Brasil. Foi quando conheci o Cordão e a Flávia da Radical. Pessoas positivas e que acreditam naquilo que fazem com muito empenho e carinho. Coincidência ou não, justo eu, um ex-treieiro (treieiro era como chamávamos em São Paulo, nos anos 80, os caras que gostavam de praticar o Trail com suas DT 180 e XL 250). Fui escalado pelo diretor da empresa a tratar do assunto com essa figura carimbada que é o Erlich Cordão (será que escrevi Erlich certo?). Conversa vai, conversa vem, eu sei que o cara convenceu o nosso diretor a investir no evento e, de quebra, me convenceu a voltar a andar de moto, e, pior, a fazer trilha de novo...............coisa que havia abandonado no inicio dos anos 90 devido a um acidente..............de carro. Fomos para o evento com um Show de Bike Trial com o atleta Bruno Siqueira, que foi armado em todos os pontos de largada e chegada do Cerapió 2000 e sorteios de bicicletas. Foi o máximo. Muita gente nunca tinha imaginado que se pudesse fazer tais manobras com uma bicicleta. O retorno foi tão bom que a empresa contratou o Anderson Marcelo para continuar a fazer os shows pelo Nordeste afora e continua apoiando o Cerapió / Piocerá. Para mim, acompanhar o evento foi o impulso que faltava para que eu voltasse a praticar esse esporte de que tanto gosto, o trail, e, por que não, fazer um enduro de vez em quando? Voltei para as trilhas com uma XRinha e participei de alguns enduros obtendo bons resultados. Mas isso não é o mais importante. O mais importante foram os momentos que passei com os amigos treieiros piauienses, poucos momentos, é verdade, pois antes do final de 2000, por motivos particulares, tive que voltar a São Paulo. Mas guardo com saudades todas as horas que passei nessa terra quente e amiga. O Cordão, Roberto (Coquinho), Marden, Prof. Marques, Paulinho, Aldy, Luzardo, José Alberto, Viagra I e II, XT, Castelo do Demo e outros, são alguns dos nomes que não vou esquecer. Sem falar na família Gayoso que parece ter terra no sangue. Voltei para São Paulo, vendi minha XRinha para o amigo Yukito, lá da Houston (alguém precisa arrastar esse carta pra trilha) e fiquei 2001 todinho na saudade, mas em Novembro, de novo encorajado pelo Cordão, comprei uma mardita de uma moto, corri atrás de apoio juntamente com uns amigos aqui da empresa e, pela primeira vez, vou participar como piloto, desse evento. Bom, para quem não me conhece, será fácil me identificar.............depois de cada um dos dias do Cerapió 2002 é só procurar por um sujeito cansado, moído, com dores pelo corpo todo, bolhas nas mãos, assaduras na bunda...........e com um sorriso na cara........... Amigo Cordão.........estou contando os dias................................não vou matar saudades, pois saudades do tempo em que morei por aí, vou sentir sempre, mas quero rever esse calor, essa areia, essas pedras................... ........de quebra vou levar mais quatro comigo................o Maurício e o Luciano, que começaram a andar de moto a quatro meses (adivinha quem incentivou) e vão correr na Novato, o Caio Salerno, tri-campeão brasileiro de moto trial e que vai estrear no enduro de regularidade e o Cesar Costa, que correu no Cerapió 2000, que vão correr na júnior. Eu vou assumir a minha idade avançada e vou correr na executivo................ Um grande abraço, Luiz Kuhlmann Sundown Motos

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De: Eduardo Arruda Figueiredo (Dau)

2001...!!! Ano de conquistas !!! Ano de vitórias !!! No início do ano, primeira semana: Era O ANO ! Treinamento intensivo, falava com Cordão pelo telefone e recebia a informação de que a t...

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2001...!!! Ano de conquistas !!! Ano de vitórias !!! No início do ano, primeira semana: Era O ANO ! Treinamento intensivo, falava com Cordão pelo telefone e recebia a informação de que a trilha dos novatos era a mesma dos jipes. Pensei logo: - Ora, onde um jipe passar e eu não passar, eu vendo, vendo não, eu dou o equipamento. Pois é, eu estava com a bola toda, navegando nas competições de rally, na categoria 4X2, e treinando nas motos com os masters. O que mais eu queria se eu ia competir de moto na categoria novatos na trilha dos jipes ? Cara, eu saí daqui campeão, no mínimo, entre os cinco – o que seria pra mim uma derrota. E o equipamento ? A moto uma Suzuki, RMX 250, comprada zerada, na loja. O pensamento era equipamento bom para não quebrar. Porque dependendo de mim, não tinha dúvidas, o negócio era equipamento, roll-book zero, computador compass zero. Sim, capacete zero, presente de Natal da namorada Érika, grande incentivadora, e calça zero, também presente de anivesário da namorada, dia 20 de janeiro, véspera da competição. Entretanto como vocês talvez já tenha lido, um acidente me tirou da competição e no primeiro instante – das motos. Pensei em vender a moto, Ou seja, tudo novo e eu pensando depois do acidente em vender tudo e pronto ! ou melhor ponto final. Nada mais de andar de moto, competir então nem pensar. Mas o que, graças a Deus, com quatro meses já estava recebendo o primeiro troféu do ano em Bonito – PE. Logo depois, em Gravata - PE, primeiro lugar no podium, campeão da prova. Daí em diante foi uma sucessão de primeiro e segundo, primeiro e segundo, que me levou, com apenas 70 % das provas do campeonato pernambucano a um 2o. Lugar geral. Vice-campeão pernambucano sem participar de todas as provas. Em novembro, fui com toda a disposição possível, participar do 1o Brasil Nordeste de Enduro de Regularidade, prova que reuniu a nata dos pilotos do Nordeste, todos os estados do Nordeste brasileiro estavam representados lá, e o que deu ? Este cara aqui. Campeão do Nordeste de Enduro de Regularidade. Hoje eu ainda não acredito, primeiro lugar do Nordeste !!!! Eu !?!?!?! É demais! Logo depois, encerramento do Campeonato Paraibano de Enduro de Regularidade, que eu, ajudei a promover, realizando duas etapas, o Enduro da Mentira (1o. de Abril) e o Enduro do Eco (Outubro, uma das competições do Radical Eco Games). Então estamos lá, Parahyba 500, dois dia de competição, consegui ficar em 1o. no primeiro dia. Ótimo, e, também em 1o no segundo dia, resultado geral, Campeão do Parahyba 500, e conseqüentemente, Campeão Paraibano de Enduro de Regularidade !!! Foi ou não foi um ano 10 !!! Graças a DEUS !!! Obrigado a ELE por tudo !!! Por mim, por minha família, por meus amigos, por tudo. Sem Ele nós não somos nada. Inscrição feita... preparação intensificada... emoção aflorando... está chegando o dia... CERAPIO 2002, estarei aí... Troca de informações/experiências: dauf@uol.com.br Eduardo Arruda Figueirêdo

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De: Márcio Pinheiro

Aconteceu.. Aconteceu no PiocerÁ de 2001. Andavamos todos os finais de semana,sábados e domingos,procurando morros e pedras,treinando para o nosso 1º piocerá,montamos nossa equipe ( CN MOTOS,P...

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Aconteceu.. Aconteceu no PiocerÁ de 2001. Andavamos todos os finais de semana,sábados e domingos,procurando morros e pedras,treinando para o nosso 1º piocerá,montamos nossa equipe ( CN MOTOS,PSM )cinco pilotos todos de XR 200,fizemos tudo juntos e combinamos que no Piocerá iriamos andar juntos.Chegou o grande dia,largada promocional,amigo, ninguem desgrudava um do outro,quase subimos a rampa juntos mas não deu!.Largamos no dia seguinte com coração a mil,só eu e outro colega,usavamos compass que na realidade não sabiamos usar,não aferimos no dia antarior e no dia da prova estavamos perdidos,resumindo tudo,andamos três dias até Fortaleza da seguinte forma:. Se um parava para conferir a planilha o outro perguntava se era para zerar e outro perguntava,( qual página nós estamos?? ),e foi assim até Fortaleza,saimos unidos e chegamos mais unidos ainda,e todo neutralizado tinha uma aglomeração de pilotos e com certeza era os cincos novatinhos de Caxias-MA.

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